<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216</id><updated>2011-11-18T01:25:28.834-03:00</updated><title type='text'>EXÓRDIO DA PALAVRA</title><subtitle type='html'>RETRATOS VERBAIS DE MOMENTOS E SENTIMENTOS, PASSAGENS E ACONTECIMENTOS NO COTIDIANO DE MAIS UM SER QUE POR ESSA PASSAGEM TRANSITA E TENTA REGISTRAR ALGO. BOM, RUIM, FEIO, BONITO... ANTÍTESES QUE TRADUZEM NOSSA PRÓPRIA VIDA.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-112161503359479575</id><published>2005-12-20T12:42:00.000-03:00</published><updated>2005-07-17T12:43:53.600-03:00</updated><title type='text'>EU E EU</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ffcccc;"&gt;Em algum lugar da passagem, procurava a certeza de estar incerto quanto ao futuro macabro de saber que nada sabe a respeito da própria natureza. Cansado de ser o que é, querendo ser o que não é e fingindo não fingir, buscava na mentira uma verdade para permanecer tranqüilo com o sentimento em revolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Acreditava ser possível conviver com duas personalidades, ainda que tendo somente uma tentando sobreviver com a outra que teimava em sumir e ofuscando a segunda (que era a primeira) que teimava em querer sobressair. O que fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Quando queria, mentia a si. Dizia não ser possível, não era verdade a mentira criada. Eu não era eu mesmo e ao mesmo tempo eu mesmo era outra pessoa. Dominador e dominado, ciente e sem certeza, feliz e triste, tudo sendo nada e nada sendo tudo. O que fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A personalidade prevalecia. Em todas as antíteses, uma única coincidência: Os dois personagens ou as duas pessoas eram as mesmas e ambas sentiam que permanecer no solo, ao menos em sua superfície, seria um erro. O que fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Criado como aquele, porém sendo este, sabia há tempos que o futuro lhe seria duvidoso. Talvez não existisse, talvez eles caíssem e talvez com muita sorte, um deles com a morte estaria enfim contente em deixar o outro sorridente afastado da derrota de ser diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Mas ambos permaneciam unidos. Criados ao mesmo tempo, um deles com regalia, o outro na rebeldia, sendo desprezado a todo tempo, querendo demostrar seu sentimento, sendo abafado, calado, condenado sem conhecimento e menosprezado como um inseto. Este vinga-se e tenta tomar seu lugar. Desrespeita a partilha que até então lhe era ingrata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Tenta-se assassiná-lo, mais tudo é em vão. Não se escolhe livrar-se do que somos. Em um momento um ser ausente torna-se presente. Motivado pelo outro, o primeiro cede lugar. Torna-se segundo, tende a desaparecer, porém se fortalece, ainda que triste cresce e esfaqueia o motivo de seu penar. Este se cura facilmente, vinga-se sorridente e acaricia quem o quis matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Conquistado pela carícia o outro novamente cede seu lugar. E assim prossegue a redundante vida de quem tem como único consolo o longo manto que tarda a chegar. Manto escuro, claro, brilhante e fosco, triste e triste... O longo manto do matar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-112161503359479575?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/112161503359479575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=112161503359479575&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/112161503359479575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/112161503359479575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/12/eu-e-eu.html' title='EU E EU'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-112216617196392551</id><published>2005-07-23T21:48:00.000-03:00</published><updated>2005-07-23T21:49:31.970-03:00</updated><title type='text'>SeM nExO</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Quando da vibração em meus tímpanos eclode a percepção da realidade dos sentidos, faz-se notar a indiferença e a descrença, a prisão e a solidão, a evaporação dos sintomas felizes e a solidificação da derrota. Mas quão forte é uma palavra? Se dita várias vezes, não provoca rachadura, mas se dita com firmeza, sem ternura e com clareza, aumenta-se a ranhura, quebra-se a pedra dura, mata-se o inseto insolente que caminha calmamente em terrenos da alma gente. Gente... Pessoas... Humanos... Nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A insolação atinge a retina. Esta grava a luz divina, que aos poucos danifica, porém se ramifica e reabre o espaço fechado nesse cérebro involucrado ao ponto de ser estourado com idéias absurdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais deve ser dito?&lt;br /&gt; Nada mais, nada mais...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-112216617196392551?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/112216617196392551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=112216617196392551&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/112216617196392551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/112216617196392551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/07/sem-nexo.html' title='SeM nExO'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-111972745579085506</id><published>2005-06-25T16:23:00.000-03:00</published><updated>2005-06-25T16:24:15.793-03:00</updated><title type='text'>DESEQUILÍBRIO</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ccffff;"&gt;A suspeita de estar sentindo o que sinto me causa dor. A angústia de nada saber e ao mesmo tempo saber tudo aterroriza a existência dos pensamentos. A infelicidade disso tudo é ter que continuar, vivendo de momentos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem sonhava com o que tive. Hoje peno com pesadelos sobre o que tenho. Ontem me iludia com sorrisos. Hoje ao tentar sorrir, me detenho. Detenho-me para não sorrir em vão, pois após um breve sorrir, uma tristeza invade e nos joga à solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem tinha sobre meu colo a certeza de estar amando, e talvez sendo amado. Hoje tenho sobre minha consciência a certeza de ter sido todo tempo enganado. Ontem ouvia coisas que me arremetiam aos sonhos. Hoje ouço soluços, os meus, que ecoam pelo ar como sons tristonhos. As lágrimas secam ao descer. Os suspiros somem ao expandir. A revolta toma o meu ser. Ser teimoso que teima em existir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem não imaginava passar por hoje. Hoje não quero lembrar o que tive ontem. Pois a memória de algo que me parecia bom faz do meu presente um futuro sem esperanças. Acreditar é sofrer. Sofrer é viver. Viver é aos poucos morrer. Morrer é parar de sofrer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;redundância culminante&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-111972745579085506?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/111972745579085506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=111972745579085506&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111972745579085506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111972745579085506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/06/desequilbrio.html' title='DESEQUILÍBRIO'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-111861349804646950</id><published>2005-06-12T18:57:00.000-03:00</published><updated>2005-06-12T18:58:18.050-03:00</updated><title type='text'>DoRmIr</title><content type='html'>&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;E o sono não chega...&lt;br /&gt;       Estou embriagado em pensamentos. Atormentado, isolado, pensativo e apreensivo, corrosivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o sono não chega...&lt;br /&gt;       Sinto que a realidade só mostra-se ao anoitecer. Enquanto todos dormem, penso. Enquanto muitos se amam, lamento. Enquanto a vida jorra, agüento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o sono não chega...&lt;br /&gt;       Reflito sobre cada detalhe percorrido até então. Minha compania de pensamento é a escuridão. E ela “ilumina a minha vida”, ma dá força a dar partida na manhã que virá... Outro dia, outra etapa. A noite pronto virá, a escuridão me abraçará e o sono há de falhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o sono não chega...&lt;br /&gt;       Agora corrosivo me sinto apreensivo. Quero escapar do tempo e do espaço, tento tudo, não sei o que faço. Enxergo ao longe uma estrada deserta, e nela estou somente eu. Sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o sono não chega...&lt;br /&gt;       E a chuva cai, o sentimento vai e volta. E a chuva passou. Já não vejo graça em permanecer aceso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o sono não chega...&lt;br /&gt;       Perco o que nunca tive. E penso. Imagino delírios de realidade. Fato: o que imagino não é verdade. Utopia cerebral, realidade virtual, magia tradicional, água, gota, sal! Lágrima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       O sono nunca chega. Talvez há de chegar quando a lágrima rolar e a este solo a verdade juntar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o sono chegará!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-111861349804646950?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/111861349804646950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=111861349804646950&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111861349804646950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111861349804646950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/06/dormir.html' title='DoRmIr'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-111818854868872900</id><published>2005-06-07T20:54:00.000-03:00</published><updated>2005-06-07T20:55:48.693-03:00</updated><title type='text'>MANUTENÇÃO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffff99;"&gt;Mas só  falta um detalhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantido sob a realidade da verdade aparente e dominante e eloqüente e responsável insolente, o detalhe culminante tornaria tênue a sádica esperança de ter com que fazer e não tem o que ter. Mas ter...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas só  falta um detalhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tivera o que falta e faltasse o que tem, a qualidade seria semelhante a realidade ilusória que contraditória expõe a semente que não floresceu e produz da raiz desse mal isolado a questão do  viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas só falta um detalhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cegueira envolvida por uma neblina. Criada no cinza do córtex cerebral, envolta nos mistérios da virgem mente colossal que exposta ao calor derreteu... e ferveu a sentença de por sobre a mesa o fluido que verte, que o solo converte em adubo carnal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas só falta um detalhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nervos estouram com a sentença executa. A mente se estorva e busca a labuta. Para que a fuga funcione e o êxodo prometido nos mate a fome, de saber e querer, de ter e aprender, de ferir e fugir é preciso agir e tornar a mentir. Mas sorrir. E alertar que com o tempo, a fragilidade tende a acabar, porém se tratada com voz impensada, torna a rachar e promete quebrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas só falta um  detalhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalhe obtuso que toma todos os  ângulos. E todas as formas, e todos os graus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse detalhe é o responsável pela manutenção do sopro...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-111818854868872900?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/111818854868872900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=111818854868872900&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111818854868872900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111818854868872900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/06/manuteno.html' title='MANUTENÇÃO'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-111797899471012747</id><published>2005-06-05T10:42:00.000-03:00</published><updated>2005-06-05T10:43:14.716-03:00</updated><title type='text'>NUM QUARTO...</title><content type='html'>&lt;span style="color:#99ffff;"&gt;Num quarto. Varanda imaginária, clarão real. O sol inunda o ambiente. E dele não faço parte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas. Apenas uma me pertence. De fato verídico, meu ser  pertence a esta uma. Outras quatro... enfermas três, companhia uma. Num quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Varanda imaginária, clarão real. O sol ainda inunda o ambiente, porém, agora, já não mais dilacera e queima a retina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Próteses retiradas, fissuras restabelecidas, tendões aflorados, dores ao máximo. Tudo isso num quarto, onde todos entram e saem, onde as dores estacionam, onde o tempo, com sua impiedade imparcial, teima em não percorrer os caminhos obrigatórios. Local ainda onde se mesclam a cura e a doença, a sanidade e a loucura, a crença e o ceticismo... e tudo isso, num quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vozes perdem-se no ambiente. E o ruído, que não cessa, perturba e relembra a dor. Dor física, sensação mental. Urina presa, dor real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num quarto...  E o sol já brilha ao longe. Distante ainda do tempo em que se vai e cede lugar à rainha gorda, envolvida em seu branco manto. Porém, anestesiado pelo período de atividade, já não queima, já não fere, já não magoa a retina e nem tão pouco os ânimos daqueles que estão no quarto. Nesse quarto. Num quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silêncio... perturbador silêncio. Quebrado pela voz da companhia. Aquela que também, como eu, não pertence a este ambiente. Em verdade ninguém pertence a este quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas e quais dores já terá presenciado? Quantas pessoas? Quantas doenças? Quantas vitórias e derrotas já terá tido? quantas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... e agora nós.... aqui estamos... num quarto... neste quarto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Azul celeste. Já terá tido outra cor? Não importa, o quarto é tão somente o quarto. Sua origem e sua sobrevivência dependem daqueles, que neste momento, fazem parte. Depende ainda de mim e da acompanhante, que dele, neste mesmo momento, não fazemos e, involuntariamente, parte fazemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paradoxos que se mesclam para dar razão e sentido ao quarto... pois se tudo são imagens, se todos os pensamentos são figuras, se todas as palavras são formas e se tudo isso foi criado pela necessidade de aliviar a dor, nesse quarto de tudo esquecemos, e dele, quando sairmos, jamais nos lembraremos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-111797899471012747?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/111797899471012747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=111797899471012747&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111797899471012747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111797899471012747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/06/num-quarto.html' title='NUM QUARTO...'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-111763981973398209</id><published>2005-06-01T12:25:00.000-03:00</published><updated>2005-06-01T12:30:19.740-03:00</updated><title type='text'>PÔR-DO-SOL... TRANSIÇÃO</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;         Brasa noturna. O inseto rodeia a cabeça que tenta pensar. O zumbido no ouvido perturba a mente que quer trabalhar. Mas há solidão, e a verdade  não é verídica, pois inseto não há! Na mente circunda, no ar não transita, o vago absurdo do vácuo. Objeto estranho, ao que  denomina, porém objeto não é alma, e culmina. Permanece estática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Brasa noturna. Respostas às questões que não foram formuladas. Desterro aos brasões que não significam nada. Mas existe nesse ar, que paira sobre a nuvem pensamento, o tormento, a beleza, o glamur e a riqueza de existir e pensar. Consentir e calar, acudir, abandonar, simplesmente soprar. Permanece estática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Brasa noturna. Conversam entre si o desejo e o não ter. O pensamento vai longe, a certeza se esconde. E pensa, e vê. Confunde-se com anedotas da vida diária. Sorri  por horas e pára. Alimenta-se o corpo para que o sopro não cesse. Ilude-se a alma que no vácuo absurdo conforma-se e permanece. Estática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Brasa. Simplesmente brasa. Que queima na noite e torna noturna. Que arde o semblante e carboniza a ternura. Pensa-se muito, nada se faz. Ilude-se constantemente. Tormentos na deflorada mente, que sente o ser ausente deste roedor insolente que teima e conduz. A eletricidade transmite-se para que o  pensar exista. E a chama combate. Permanece estática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Agora a brasa queima. A frescura do calor insuportável, a virtude do desagradável. A dor de conviver com a carne fresca sabendo-se que há de apodrecer... e morrer. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Mas ela &lt;strong&gt;volta&lt;/strong&gt;. Sempre &lt;strong&gt;volta&lt;/strong&gt;. Nunca morre e nunca nasce. Simplesmente mostra a face e culmina por &lt;strong&gt;voltar&lt;/strong&gt;  na redundância de vir e &lt;strong&gt;voltar&lt;/strong&gt; a partir. Inexplicável. Permanece estática.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-111763981973398209?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/111763981973398209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=111763981973398209&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111763981973398209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111763981973398209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/06/pr-do-sol-transio.html' title='PÔR-DO-SOL... TRANSIÇÃO'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-111720788839786433</id><published>2005-05-27T12:29:00.000-03:00</published><updated>2005-05-27T12:34:42.813-03:00</updated><title type='text'>RAINHA IGNORÂNCIA</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;No sentimento revoltoso uniu-se o triste e o jocoso&lt;br /&gt;E a peregrina majestade sem a mínima vontade iludiu-se&lt;br /&gt;com a canção do perturbado coração.&lt;br /&gt;Anti-sentimental que transforma a água em sal&lt;br /&gt;Mescla a ferida advinda do não curado, que na noite daquele&lt;br /&gt;céu encontrou o pecado... não identificado e misturado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias faces a miravam e sem certeza que a cercavam a rainha&lt;br /&gt;pede exílio no porão do não saber que mesmo tendo tudo nada pode ter.&lt;br /&gt;Coração que bate a porta e que a tranca à solidão, poderia ter destino&lt;br /&gt;diferente da prisão, mas a ira e a vontade acorrenta e diz que não. Sem perdão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Materialismo necessário que ilude o comentário&lt;br /&gt;Faz sentir-se com poder, e esconde o quão frágil&lt;br /&gt;é o sentido desse ser, pois guarda na essência o verdadeiro não ter. E não saber...&lt;br /&gt;Reino sem súditos, trono sem mestre, hierarquia sem seguidores&lt;br /&gt;corações e desamores. E o que governa nada pode sem certeza e com frieza&lt;br /&gt;Põe na mesa o alimento e engorda seus lamentos. Sofre por sofrer, por ter que perceber&lt;br /&gt;que na ganância do poder o sentimento jamais o vê. E crê, e chora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vagabunda destronada agora paira sem calçado, sem calçada nem jornada&lt;br /&gt;simplesmente segue em frente, encontrando toda gente, aumentado seu tesouro&lt;br /&gt;Que a pouco descabido não sabia seu sentido. Material abandonado, espiritual encontrado&lt;br /&gt;E com força, muita força, tende ao caos, mesmo que amada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ânsia de seu querer, sabendo que a certeza é simplesmente o não saber, ilude-se e faz sofrer. A si. E não mais ri, e não mais canta, nem mesmo chora, cortou a garganta. E morreu, pelo sentimento de derrota que lhe acometeu e lhe devorou o esplendor da majestosa elegância.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-111720788839786433?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/111720788839786433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=111720788839786433&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111720788839786433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111720788839786433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/05/rainha-ignorncia.html' title='RAINHA IGNORÂNCIA'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-111714268111960992</id><published>2005-05-26T18:17:00.000-03:00</published><updated>2005-05-26T18:24:41.123-03:00</updated><title type='text'>SANGUE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          &lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;  Uma gota de &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;sangue  &lt;/span&gt;verbal. Nada além disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Ao jorrar, ele toma formas inusitadas. Se não controlado, leva-nos ao outro lado, porém se estancado, deixa-nos fracos, submissos e com a mesma vida que tínhamos até então. Não nos mata!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pode ser doado por uns, deve ser recebido por outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Correndo nas veias, artérias, saindo e chegando à bomba da vida, pode se perder em seu caminho. Uma ferida desperdiça preciosas gotas; uma hemorragia talvez litros. A falta de vida seca-lhe no corpo e a bomba que agora parou de bombear, danifica-se  pela falta de movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Puro em sua concepção, pode ser poluído no decorrer da caminhada. Uma doença mal curada, uma ferida descuidada, um ser indesejado e atos impensados tornam o milagroso fluido vida em morte a caminho. Agora impuro, este permanece a correr incessantemente pelo corpo. Contamina tudo que vê pela frente, e tudo vê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Maneiras distintas de notá-lo. Não nos damos conta, por vezes, que ele é o verdadeiro responsável por aqui estarmos. O nutrimos, cuidamos sem sabermos, mas não o notamos, ao menos que se manifeste de alguma forma. Nos esfaqueamos muitas vezes com sentimentos utópicos. Mas esse esfaquear não o prejudica. Dizemos que corta-nos sua bomba, mas na verdade, apenas o sentimento sofre pelo esfaquear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Dores distintas. A dor física e a dor mental. Mas ele permanece a correr... Não o controlamos, sequer o desejamos, mas ele aqui está, todo o tempo a trabalhar. Deixa-nos aquecidos com sua incessante caminhada. Se nos falta, corta-nos o calor, e a alma, numa espécie de aborto, tende a abandonar um corpo que não mais lhe fornece conforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Responsável diretamente por termos o que temos e sermos o que somos, o líquido- vida transborda por vezes. Quem muito o tem, o doa. Que precisa, o recebe. Troca contínua de vida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;         Uma gota de &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;sangue&lt;/span&gt; verbal. Nada além disso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-111714268111960992?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/111714268111960992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=111714268111960992&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111714268111960992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111714268111960992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/05/sangue.html' title='SANGUE'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-111704302680779754</id><published>2005-05-25T14:19:00.000-03:00</published><updated>2005-05-25T14:43:46.810-03:00</updated><title type='text'>ELEMENTAL</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Para relaxar e aos neurônios tranquilizar, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;hoje publico uma uma simples metáfora da ingratidão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;EM UMA PRAIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;O grão de areia separou-se&lt;br /&gt;Do terreno em que vivia.&lt;br /&gt;Atormentado ele enganou-se&lt;br /&gt;Ao pensar que morreria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao seu auxílio estranhos vieram&lt;br /&gt;E com carinho o mantiveram&lt;br /&gt;Sobre a sombra e longe do sopro&lt;br /&gt;Para que se agrupassem, e o tornasse mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele colosso de união&lt;br /&gt;Ele desejou seus irmãos,&lt;br /&gt;O grão de areia revoltou-se&lt;br /&gt;e contra aos que lhe ajudaram rebelou-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez intrigas entre eles&lt;br /&gt;Desejou-lhes dito mal:&lt;br /&gt;Que a água viesse, e os levasse&lt;br /&gt;Pois assim então,  estaria livre dos enlaces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água veio, os grãos se foram&lt;br /&gt;E ele feio, ficou no sólo.&lt;br /&gt;Mas heis que agora na solidão&lt;br /&gt;Uma enxurrada o tira do chão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele desmancha, torna-se NADA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros grãos levados pelas ondas&lt;br /&gt;Tornaram-se solo fértil daquele mar.&lt;br /&gt;E ele, no anseio de os afogar,&lt;br /&gt;Tornou-se nada, por seu azar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elemental a lamentar....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-111704302680779754?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/111704302680779754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=111704302680779754&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111704302680779754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111704302680779754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/05/elemental.html' title='ELEMENTAL'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-111697712810273936</id><published>2005-05-24T20:20:00.000-03:00</published><updated>2005-05-25T14:15:25.986-03:00</updated><title type='text'>INVÓLUCRO</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;CORPO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdo pragmático estendido pela linha do absurdo material, matéria densa, matéria humana e matéria cinza, cor de fundo que retribui as sensações e aos estímulos fornece respostas. Perguntas cretinas, objeções facínoras, resmungos impensados sobre a delinqüente desesperada que pensa ser gente, que reclama indiferente e não vê por outros cantos a realidade do sinistro. Prantos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faca de dois gumes, que cortando, dando dá. Dá o sangue fervilhado, que mais tarde é coalhado. Festival de idiomas, de culturas e sintomas, no mais tênue absurdo que entende o que não sabe, mais que esquece o que sabia... e tortura... histeria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Balanço da cadeira do corpo que esqueceu. Simplesmente derreteu, mas o odor não ferveu, e o tolo ignorante que correndo contra a sorte, manteve-se ereto, enquanto a reta se curvava e o sono aprofundava, ele gemeu. E sofreu, e sofre, e sofrerá. Heis aqui seu lugar? Triunfante miserável, alarde insuperável. Não é aqui seu lugar. Afirmar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veto! Com a certeza da corrente que o prende a fundamentos ele sente estar contente e planeja a estratégia. Mas seus atos não são seus, e as regras são rígidas sem laços nem risadas, e quem poderia ajudar mata e fala e faz calar. Vetado, só resta o consolo ficar. Quieto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperar pelo tempo sem tortura e sofrimento. Calor insuportável que atenua o frio alma, que camufla o nervo e o transforma em calma. Junta quebrada que consertada há de mover-se e nesse mover vai cair e sofrer, e rir, de ver a verdade sensata, o roteiro descrever. Janelas abertas, portas fechadas, sentimento escondido e a verdade arrasada. Atrasada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Símbolos e letras. Dupla sensibilidade sem originalidade, sem virtudes, só verdades... Antítese... Paradoxo... Outra dimensão ideológica.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-111697712810273936?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/111697712810273936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=111697712810273936&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111697712810273936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111697712810273936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/05/invlucro.html' title='INVÓLUCRO'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13122216.post-111688735067849810</id><published>2005-05-23T19:23:00.000-03:00</published><updated>2005-05-25T14:13:11.183-03:00</updated><title type='text'>ALFABETO DE NOSSA PASSAGEM</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:130%;"&gt;A a Z&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alfabeto de nossas vidas traduz toda essa passagem. Caminhada contínua. Jornada sem via. Sabão sem efeito, pois presa ao peito, a sujeira irradia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A - Amanhecer... inicia-se nova vida após um ato de amor, após uma gestação de dor, após esperanças, após a troca de calor. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;B- Bom dia...a recém chegada vida leva sua primeira palmada. Acolhida nada agradável. Porém, é apenas o início de toda uma caminhada de alegrias, dores, amores e novamente dores. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;C- Crescimento... A nova alma se apossa de seu corpo. A vida que agora já não é recém chegada aprende seus primeiros movimentos. Anda, cai, chora, vai... Fase inicial, mostra de potencial. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;D- Dores... aprende-se na carne o que é certo ou errado. Tomba, fura, corta, costura. As cicatrizes tendem a piorar no futuro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;E- Esperanças... Agora já tem-se 7 anos. Uma nova fase, uma nova jornada, centenas de novas vidas a cruzar sua caminhada. Fase colegial, onde as verdades aparecerão sem aviso prévio. Onde o concreto de suas idéias hão de mostrar-se. Onde a criança inocente irá sujar-se. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;F- Férias... Esperar, sempre esperar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;G- Ganância... Aprenderás a desejar o que não tens. Tentará obter o que convêm. Mostrará sua verídica atitude, tentará camuflar-se com virtudes... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;H- Hereditariedade... Herdarás talvez beleza, talvez feiura. Terás total certeza em sua bula. Verás em seus entes seu provável futuro. Uma calvície aparente, uma agradável escultura, uma mente carente, uma brilhante criatura. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;I- Inocência... nesta altura já a terás perdido. Nossa única riqueza fornecida sem esforços. Dom recebido que após ter nascido, não muito longe, no caminho pela vida, há de ser perdido. Riqueza maior, perda pior. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;J- Juventude... Eterna descoberta. Início de uma fase complexa. A mente atormenta, o corpo arrebenta, a alma não agüenta, a vida lamenta. O sopro aumenta, a dor se afugenta, e sai, e vai, e volta. Contrastes de idéias e atitudes. Renovação e distorção de caráter. Juventude. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;K- Kilograma... Preocupação mediante aceitação. Fase feminina, corpo sem doutrina. Estereótipos a serem aceitos. Modelos a serem refeitos. Perca de tempo! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;L- Liberdade... Pode-se tudo, quer-se tudo, tenta-se tudo. Após uma dezena e alguns anos, a humanidade acredita estar preparada. Não se ouve a quem deve, não se segue a quem pede. Sabe-se tudo, e o nada está muito perto. Não precisa de ajuda, julga-se muito esperto. Mais tomba. Fere-se. E a quem julgava estar errado pede auxílio. E assim segue o caminho. E assim segue o martírio... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;M- Moderação... Agora chega-se as duas dezenas completas. Moderação?! Não... Não de emoção, não de solidão, não de angústia, não de privação. De que então? - Moderação de idéias, pois o pensar nos levará mais longe; moderação na visão, pois o enxergar provocará contemplação; moderação de sentimentos, pois o sofrer atormentará o coração. Lindo se funcionasse! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;N- Novidades... Agora de fato se pode o que quer. Agora o ato concretiza-se, agora o jato mobiliza-se. Jato de vida, que a vida dá. Dar a partida e voltar atrás. A esta altura já se está cansado de haver cometido tais atitudes, porém, agora a revoada é mais profunda, o sentimento nos circunda, a solidão é a vagabunda que nos espera nas esquinas. Pessoas, gestos, atos, fatos, dores, prazeres, flores, alqueires. O que não era novidade passa a ser. O que provocava dor, provoca prazer. O que causava temor, alivia ao se ver. Novidades culturais, sociais, sexuais, mortais... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;O- Ostentação... Não sendo maioria, o erro é mais tênue. Aos que pouco, nada tem, uma amostra , um refém. Deixar de ser o que se é, tentar ter o que não tem. Mediocridade. Falsidade. Mas existe, é verdade... Dotados de individualidade, não se pode fugir da verdade. E faz parte, e faz parte... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;P- Preconceito... Caricatura da humanidade. Não enxergando nossos próprios defeitos, ou pior, tendo conhecimento, recrimina-se o que não julga-se perfeito. O imperfeito perfeito é, pois na podridão de um mundo deturpado, o que está certo, por vezes diz-se errado. A Antonomásia toma o lugar do nome, a sociedade ignora, pessoas morrem de fome. Hipérboles ao que não se deve dar valor, litotes ao que nos causaria honor. Preocupação com o irrelevante. Descaso com o preocupante. Preconceito racial, facial, social. Causa de dor, angústia, clamor. Importante fase, pois está presente em todas as etapas, a partir do momento em que inicia-se o sopro do saber... triste, mais o que fazer? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Q- Quiro... As mãos... tradução da jornada. Cercando-se as três dezenas, ela mostra a caminhada. Algumas macias, mostram a fase sadia, a regalia, a calmaria aparente, o privilégio contente. Outras “impuras”, sem o odor das Honduras, nos guiam a defeitos, nos mostram preceitos de uma alma lutadora. Alguém que se esforça, que tenta crescer. Alguém que sem sorte, que vindo da morte, nasceu sem um berço e fez seu poder. A mão de batalha, aquela que racha, aquela que luta, aquela que nunca fugiu da labuta. Aos esotéricos, o ponto de partida. Nela a vida é lida, os caminhos são traçados, marcados, desvendados e revelados. Quiro, nelas traduzimos a aparente caminhada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;R- Revelação... Revelar-se o que se é. Fuga da cronologia. Não se sabe até se ter. Não se tem até saber. Redundância, camuflagem. Dores por ser, alívio ao esconder. Cortes com o esconder, curativos ao deixar transparecer. Difícil caminhada, aos que tentam duplamente, em um corpo único, carente, a caminha seguir. Revelar-se é deixar fluir. Revelar-se e tentar partir. Fuga da cronologia, pois a todo tempo tenta-se... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;S- Solidão... Não há vida sem ela. Só há ela com vida. Ela existe na morte, mas quem sente é quem fica. Sentimento revoltoso, que após anos de gozo, descobre-se que se tem. Aparece de mansinho, castiga de fininho e quando menos se espera... Dilacera. A partir do momento em que temos conhecimento da alegria de estar ao lado de uma outra alma, ela manifesta-se. Aproveita-se das situações e com seus dentes de leão nos fere. Corta-nos a jugular. Deixa-nos a sangrar. A cura faz-se por si só, mas a dor permanece naquele que deveria só pulsar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;T- Tesão... Pela vida, pelo amor, pela alegria e pela dor. O grande T, o T maior, a alegria de saber que se está vivo. O prazer de dividir, a paixão que é sentir. O sexual, o amor; a moral, o rancor; o normal, o fervor; o anormal, o desamor. Tesão de sentir-se com tesão. De ter vida, de ter saída, de soltar a voz e gritar, e chorar e cantar e berrar, e amar... e nascer... e crescer... e morrer... e voltar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;U- Utopia... Acredita-se numa comunhão. O fato que dilacera a solidão. Aparente ilusão. Casar-se, ter filhos, amar-se com brilhos. Normal. Convencional. Racional. Social. Aceitável... Mas não somente das antíteses humanas está feita a sociedade. A parcela marginalizada não tem direito a tais utopias sociais. Podem se amar, desde que as escondidas. Constituem lar, sem a aceitação e direitos de família. Jamais irão procriar, pois a natureza bela em sua concepção não previu tal interrupção. Não há a quem culpar. Aceitar? Utopia... na sexualidade adversa não pode existir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;V- Vitória... aqui o caminho tende a nova direção. O alfabeto da vida está por tornar-se morte. A este ponto viveu-se muito, sofreu-se muito, ardeu-se de prazeres, desprazeres, amores e desamores, bem estar e dores. A idade já não ajuda. Hora de compartilhar das aquisições com os legados que deixaremos. Olhar para trás, e sorrir, e chorar, e lembrar... talvez não seja a hora, mais agora a preparação já se faz mais sutilmente. Ele virá. E nos levará. E então, a conheceremos. O que perderemos? A vida. Mas esta já foi vivida. E a vitória de ter constituído novas e férteis perpetuará a tragédia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;W- Whisky... Tomar e aguardar. Embriagar. Queimar a garganta. Vomitar vida. Poça... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;X- Xeque-mate... O normal parte sem sal. O anormal, junta-se a lesma de sua mentira, e com o sal da hipocrisia derrete. A preparação não deve ser dolorosa. A revelação pode ser tortuosa, mais é necessária. Um fim hilário... Alegria, fim do calvário. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Y- Yankee... Na pós vida, na re-morte, a juventude. Caminho traçado sem interrupção do destino. Toda uma trajetória retilínea. Um começo, um meio e um fim. Uma velhice que se vai, uma infância que vem. Uma juventude que cai, uma morte que convêm. Sem medos, sem dor. Seria ótimo se esta ilusão assim não a fosse. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Z- Zzzzzz... Agora é dormir. Do outro lado nada posso dizer. Agora é sentir. Agora e deixar-se partir. E torcer para não ter que acordar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13122216-111688735067849810?l=aecouto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aecouto.blogspot.com/feeds/111688735067849810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13122216&amp;postID=111688735067849810&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111688735067849810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13122216/posts/default/111688735067849810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aecouto.blogspot.com/2005/05/alfabeto-de-nossa-passagem.html' title='ALFABETO DE NOSSA PASSAGEM'/><author><name>Soturno Notório</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09695068030975145235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://img.photobucket.com/albums/v688/luciosena/24-05-05_2013.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
